E no avião a caminho de volta para Londres estava lendo a Veja da semana do dia 17 de novembro e na coluna do economista Claudio de Moura Castro, Cortina de Burrice, ele começa a falar sobre a Revolução Russa e comparando com os governantes brasileiros, de como foi criada uma cortina da burrice com uma educação de péssima qualidade. De como as nossas universidades não estão entre as melhores do mundo e os universitários estão apenas ainda no português, enquanto na Europa eles já falam três línguas e na Islândia quatro.
E ao terminar o artigo, Claudio enumera o que um jovem que vai morar no Primeiro Mundo, a fim de conviver com essa outra sociedade pode aprender, não aquele que vai fazer compras em Miami ou aprender sobre determinada cidade com o guia turístico. Me identifiquei com todos os pontos e destaco alguns aqui no Blog:
- O valor do futuro, de pensar no amanhã, ao invés do hoje (a essência da sustentabilidade do meio ambiente);
- O sentido de economia, de não esbanjar, de não se exibir, à custa do magro orçamento;
- Cumprir a lei, branda ou dura. Uma vez aprovada, é para valer;
- Respeito pelo próximo, no trânsito, no silêncio e em tudo o mais;
- Segurança pessoal (deixar o carro em um ermo e encontrá-lo ileso, no dia seguinte);
- Quem vigia tudo é a sociedade, mais do que a polícia;
E lendo isso quando estava voltando da minha semana de férias no Brasil caiu perfeitamente com o que estou vivendo por aqui. É uma pena que o Brasil está há anos luz de conseguir fazer alguém se sentir assim, mas acredito que melhorias tem que ser feitas para que quem sabe um dia os netos dos meus netos possam se orgulhar e viver em um país melhor.
Bom é isso!
Bye!
É exatamente isso! Depois dessa temporada fora, mesmo q curta, eu percebi muita coisa tb... e adotei vários costumes (os bons, pq é claro q existem coisas ruins na Europa) q espero manter por aqui.
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